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Hidrogênio verde: ações da Eletrobras, Siemens e Cepel podem levar a produção de H2 em escala comercial

Eletrobras, Siemens Energy e Cepel se juntaram para realização de estudos para a implantação de uma usina de produção de hidrogênio verde em escala comercial.

Siemens Energy tem desenvolvido eletrolisadores (Máquina caracterizada por um processo eletroquímico de dissociação da água em seus componentes, hidrogênio e oxigênio) com tecnologia mais ecológica e moderna para a produção de H2.

Já a Cepel, é o centro de pesquisas da Eletrobras e realiza estudos para a obtenção do domínio do ciclo tecnológico do hidrogênio verde (H2).

“A Eletrobras tem interesse na avaliação do ingresso no setor comercial adjacente de produção de hidrogênio. Para tanto, pretende desenvolver e implantar um projeto para a utilização de hidrogênio verde no Brasil, que deverá contribuir para a avaliação deste novo campo potencial de negócios, proporcionando condições e conhecimentos para a inserção da Eletrobras no domínio do ciclo tecnológico do hidrogênio verde”, afirma o diretor de Transmissão da Eletrobras, Marcio Szechtman.

“Globalmente, a Siemens Energy é uma fornecedora líder de sistemas, soluções e serviços relacionados à descarbonização. Tendo no Brasil seu hub de hidrogênio verde para a América Latina, apoiar a Eletrobras tecnologicamente nesse projeto inovador é profundamente estratégico. Com a Eletrobras e o Cepel, temos dois parceiros ideais para desenvolver a integração da nossa tecnologia dentro do marco regulatório brasileiro, preparando soluções aplicáveis para o mercado nacional”, afirma o head de New Energy Business para a América Latina na Siemens Energy, Andreas Eisfelder.

De acordo com os acontecimentos mundiais e pesquisas realizadas com hidrogênio, apontam este gás como o vetor da economia do futuro, alinhado com novo cenário energético caracterizado pela necessidade de descarbonização.

De acordo com as orientações do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), o hidrogênio é um dos sete temas prioritários de pesquisa e desenvolvimento.

Amilcar Guerreiro, diretor-geral do Cepel, espera que esta atuação em conjunto contribua para que o Brasil seja um grande produtor mundial de hidrogênio verse e para a descarbonização do setor elétrico, Guerreiro ainda afirma que temos potencial para isso, à medida que o combustível produzido a partir da eletrólise da água mediante a utilização de energia elétrica obtida de fontes renováveis, como hidráulica, solar e eólica.

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